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Uma reflexão sobre a importância da Comunicação Integrada de Marketing no cenário de novas mídias

quinta-feira, 04 de julho de 2013

Muito interessante essa pesquisa do Grupo Publicis, publicado na Meio & Mensagem, mostrando que o futuro aponta mesmo para a integração de disciplinas. Algo que sempre defendemos, independentemente do aparecimento de novas mídias ou novas ferramentas. Afinal, essas novidades sempre surgiram e continuarão a surgir no futuro. Mas a ideia de integração como estratégia de comunicação é atemporal, e deve se adaptar e absorver constantemente essas novidades e inovações.

 

http://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/noticias/2013/05/21/Futuro-sombrio-para-digitais-e-social-media


Campanha Nacional da Rede Number One

quarta-feira, 05 de dezembro de 2012

A Carvalho Martins lança a nova campanha de matrículas para a rede Number One de escolas de inglês. A plataforma criativa parte da história de um personagem fictício, alguém que lutou contra todas as dificuldades da vida para se tornar nada menos que o Incomparável Rei do Rock. A saga deste personagem é contada em um VT de 30 segundos em animação 3D, que será veiculado em rede nacional (TVs por assinatura) a partir de janeiro de 2013. Através do personagem, a campanha mostra que o Inglês Completo Number One é incomparável em suas qualidades e eficácia no aprendizado.

Além do VT, a campanha conta com peças on e offline para utilização das mais de 150 franquias Number One espalhadas pelo Brasil e com mecanismos transmídia de promoção e diversão no hotsite especialmente criado para este fim, que também possui versão mobile. Através dele, o internauta pode interagir com o tema da campanha compartilhando seu momento incomparável, e concorrer a tablets. O hotsite traz também uma novidade que se estende para os sites das franquias da marca: a possibilidade do prospect interessado em estudar no Number One fazer sua pré-matrícula online, ganhando com isso um desconto exclusivo para o curso. Sérgio Martins destaca que, através deste mecanismo, a campanha passa a ter real impacto nas vendas das franquias, uma vez que uma mídia Web será veiculada no Google, Facebook e YouTube especificamente para propagar essa promoção. “Os prospects gerados pela promoção pré-matrícula serão enviados diretamente para o sistema de gestão das franquias Number One, para que elas entrem em contato com essas pessoas, para agendamento do teste de nivelamento e conclusão do processo de matrícula” – explica Sérgio.

A campanha “Incomparável” com suas possibilidades online, promoção, gadgets e discurso envolvente mostra a forma contemporânea e criativa com que a Carvalho Martins concebe e gerencia a comunicação de marketing de seus clientes, promovendo o conteúdo proprietário juntamente com conteúdo gerado pelos consumidores da marca.

VIDEO DA CAMPANHA:

O planejamento de comunicação conduzido pela Carvalho Martins contou com importantes parceiros, como a Atma Interativa na construção do hotsite; a agência Web PP4D no planejamento da mídia Web; a produtora Tag-Tst que modelou o personagem e produziu o VT; a Oitava Produções, especializada em sound design; além dos colaboradores do departamento de TI do Number One.

Criação: Thiago Pagani

Arte: Sérgio Soares, Paola Souza

Redação: Gabrielle Baêta e Sérgio Martins

Planejamento: Sérgio Martins

Mídia: Christian Martins e Danielle Peixoto

Aprovação: Marcio Mascarenhas


Veja a entrevista de Sérgio Martins em Grandes Nomes da Propaganda

segunda-feira, 08 de outubro de 2012

Clique no link e assista: http://www.futurelab.com.br/grandesnomesdapropaganda/video/edicao-35-2012/gestao-de-marcas-e-diferencial-na-carvalho-martins-comunicacao-de-minas-gerais/


Marcas Memoráveis

sexta-feira, 29 de junho de 2012

COMO CONSTRUIR MARCAS QUE O CONSUMIDOR NÃO ESQUECE

Gurgel, Kolynos e Bamerindus, são algumas marcas brasileiras que, mesmo após o encerramento das atividades, ainda continuam na cabeça dos consumidores. O que torna isso possível? O que as marcas atuais podem aprender com esse fenômeno?

O gestor de marcas e sócio diretor da Carvalho Martins Comunicação Sérgio Coelho Martins explica que essa situação ocorre devido à união de dois principais fatores: campanhas memoráveis e produtos respeitáveis. “São marcas que trabalharam bem sua comunicação unindo um conjunto de fatores relevantes, como a elaboração de uma linguagem adequada, criativa, com slogans significativos para o público, principalmente considerando o momento histórico em que essas marcas foram construídas. Dessa forma, conseguiram desenvolver uma imagem simpática, atraente e inesquecível”, observa.

A Kolynos, por exemplo, marca americana que chegou ao Brasil em 1917, construiu toda sua estratégia de comunicação baseada em sensações através de imagens, sons e ícones que passavam a idéia de refrescância. “Foi algo inovador para a publicidade da época, tão focada em discursos formais, quase didáticos, sobre fórmulas e qualidades de produtos. O famoso “Ah!” usado em todas as campanhas era tão forte que permaneceu no Sorriso, marca que substituiu a Kolynos”, afirma Martins.

Paralelamente, outras marcas que atendiam bem aos objetivos propostos, suprindo as necessidades do consumidor, também conquistaram um lugar privilegiado na mente e coração dos consumidores. O Gurgel BR-800, por exemplo, foi um carro lançado no Brasil em 1988 pelo empresário João do Amaral Gurgel com um mote nacionalista. A fábrica Gurgel Motors se tornou a primeira e única, até hoje, montadora de carros 100% brasileira.

“Um carro simples, econômico, racional, inteligente e acima de tudo, honesto”, definia a campanha de lançamento, destacando que estava pronto para atender a maior parte dos brasileiros. “O Gurgel oferecia um produto novo mas, também, nacionalismo com economia. Talvez por isso, a marca continue forte no imaginário brasileiro, mesmo após o encerramento das atividades em 1993”, destaca o gestor. O mesmo ocorreu com o Bamerindus, lançado em 1929 no Brasil, como uma solução para uma economia segura e rentável. “A comunicação bem-humorada adotada pelo banco em seus últimos anos de existência, principalmente no produto Poupança Bamerindus, foi um daqueles raros e desejáveis casos de propaganda que cai no gosto popular, quase se integrando à cultura do povo. Com esse apelo bem-humorado – algo incomum até hoje em campanhas de serviços financeiros -, o Bamerindus se tornou uma marca com personalidade popular e alegre, uma marca memorável”, explica Martins.

Contudo, será que a fórmula para se manter na mente do consumidor ainda é a mesma? Segundo Sérgio Martins, a receita parte sempre de um mesmo ponto: “transmitir uma mensagem significativa, de forma criativa e surpreendente, e oferecer mais que um produto/serviço”. Por isso, hoje, uma boa gestão de marcas está intimamente ligada a outros setores da empresa. Afinal, de nada adianta uma marca forte, se a empresa não conseguir atender seu consumidor da forma que ele espera. “Hoje, os consumidores estão mais exigentes, vigilantes e contam com um incrível poder de avalizar ou não as marcas que tentam lhe conquistar. Fazem isso através da Internet, muitas vezes com críticas que adquirem uma visibilidade inimaginável na época das grandes marcas do passado”, completa Martins.

Por isso, o processo de planejamento e gestão de marcas hoje ser mais complexo e necessitar de ajuda profissional, com visão macro e integradora de todos os pontos de contato da marca com os públicos que com ela interagem.

Fonte: http://www.zoomcomunicacao.com.br/noticias-detalhes.php?page=como-construir-marcas-que-o-consumidor-nao-esquece


Encontro de Franqueados Learning Fun 2012

terça-feira, 05 de junho de 2012

O Learning Fun Franchising promoveu nos dias 25 e 26 de maio, no Rio de Janeiro, o encontro anual de franqueados, que contou com a apresentação da estratégia de branding desenvolvida pela Carvalho Martins para a marca no último ano. Nas fotos, Sérgio Martins em palestra e com Teresa Cata-Pretta, fundadora da rede Learning Fun.

 


Vídeo de apresentação da Carvalho Martins

segunda-feira, 14 de maio de 2012


Sedução das marcas

terça-feira, 03 de janeiro de 2012

Como já preconiza Kevin Roberts em Lovemarks, não somos seres racionais. Por que então exigimos respostas racionais de clientes ou prospects sobre as razões de sua atração pelas nossas marcas?

(Artigo de Sérgio Coelho Martins publicado no jornal Estado de Minas de 02/01/2012)

A maioria dos gestores de marcas buscam, nos mais variados tipos de pesquisas quantitativas e qualitativas, recursos racionais que embasem suas decisões em relação ao planejamento e ações de marketing a serem implementadas. Se cercar de pesquisas e dados sobre nosso consumidor, mercado e concorrentes é sempre ótimo mas, a cada dia que passa, temos visto que não é base suficientemente segura para tomada de decisões acertadas. Isso, porque somos seres emocionais. E os dados advindos da maioria dessas pesquisas são sempre muito concretos.

O CEO da Neurofocus, A. K. Pradeep, especializado em neuromarketing, afirma que apenas 5% dos nossos pensamentos são conscientes. Na realidade, entendo que buscamos na racionalidade um apoio aparentemente seguro para aquelas decisões que, na verdade, tomamos baseadas em nossas emoções. Quem já comprou um carro zero-quilômetro entende isso. Pesquisamos alguns modelos, fazemos test-drives… Mas sempre tem aquele modelo que nos conquista de uma maneira não-racional. E, uma vez conquistados pela emoção, normalmente ampliada pela força da marca que assina aquele objeto de nosso desejo, buscamos na racionalidade os argumentos que justifiquem aquela compra. Afinal, “somos adultos, temos que tomar decisões racionais”. Será?

A razão realmente tem um papel muito pequeno nas nossas decisões de compra. Aliás, nas importantes decisões de nossa vida, como a escolha de uma companheiro ou companheira. É fácil perceber que as marcas mais relevantes do mercado são aquelas que conseguem acessar nossas emoções. Quem já leu Lovemarks, de Kevin Roberts, percebe o quanto esse componente emotivo é importante. E elas conseguem fazer isso porque compram um espaço privilegiado em nossa mente e coração – e pagam caro por isso! E esse espaço, conquistado por altos investimentos em comunicação de marketing, acaba se tornando o bem mais valioso dessas marcas. Coisa extremamente romântica, se não houvesse interesses comerciais por trás de tudo isso.

Quando se planeja a comunicação de uma marca ou produto, devemos levar em consideração que estamos traçando uma estratégia de conquista. É como um ritual de acasalamento do reino animal, em que um macho se exibe para as fêmeas de sua espécie buscando, digamos, uma relação mais profunda. Um plano de comunicação é sempre um plano de conquista. A mensagem, bem como os meios que a complementam (lembrando McLughan, que afirma que o meio também é mensagem), são estratégias para que o desavisado consumidor seja atraído para o ninho da marca. E essas estratégias devem ser integradas, complementares, se entrelaçar. É como o script de Don Juan, que planeja suas ações em busca da conquista.

Por isso, caiamos na real: se alguém lhe perguntar quais foram as razões concretas que o levaram a se casar com sua esposa ou marido, dificilmente você terá uma resposta confiável. Mesmo que o pesquisador lhe mostre uma lista de características racionalmente desejáveis em um parceiro(a), e lhe mande enumerar por ordem de importância, essa resposta será invariavelmente falha.

Marcas competentes são aquelas que desenvolvem e comunicam sua proposta de valor de forma eficaz e sedutora, que conquistam pela emoção e, ao mesmo tempo, lhe oferecem razões concretas para que você justifique, a você mesmo e aos seus amigos, o motivo de escolher aquele produto ou serviço, de forma mais “racional e civilizada”.

Um conselho: não fique perguntando ao seu cliente, aquele já conquistado ou o potencial, como ele chegou até você: se foi pelo outdoor ou pelo spot de rádio, ou ainda por indicação. Essa pergunta é inócua. O plano de comunicação de sua marca simplesmente exerceu poder de atração sobre ele. O script de Don Juan funcionou. Aceite isso e aproveite a deixa…


Marca Brasil

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Artigo de Sérgio Coelho Martins publicado no Diário do Comércio de 29/12/2011


Naming: o desafio de dar nomes a empresas

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Artigo de Sérgio Coelho Martins publicado no Jornal Hoje em Dia de 21/10/2011


Branding content: um case do 2009

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

 

 

 

 

 

 

 

Na campanha do Number One Idiomas/2009, veiculada em BH, aliamos conteúdo, propaganda e cross-media. Fizemos uma parceria bacana com a galera da Ragga (revista e jornal). O Ragga Drops (tanto impresso quanto na versão site) foi a plataforma de uma estratégia de branding content que misturava conteúdo gerado pela Ragga, pelos leitores e internautas com fotos de alunos Number One que reforçavam o posicionamento da marca: bom é ser Number One.