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Facebook ultrapassa Orkut no Brasil

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012


Redes de ensino do idioma terão de se preparar para a demanda

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Por Sérgio Martins – Sócio-diretor da Carvalho Martins Comunicação
Publicado no Jornal Estado de Minas – MG (16/11/2011)

A Copa 2014 transformou o país em um canteiro de obras e criou para população e comércio boas perspectiva. Cada vez mais pessoas estão investindo em formação e capacitação, de olho, é claro, nas oportunidades de emprego e negócios. Uma área que está atenta e que vem expandindo a atuação é a de ensino do idioma inglês. Isso porque, segundo a pesquisa Business english index report, realizada pela empresa Global English, o Brasil está bem abaixo da média mundial de proficiência na língua inglesa, em uma pontuação considerada insatisfatória: de 4,46, em uma escala de 1 a 10. O dado mostra que, realmente, para atendermos e nos comunicarmos de forma eficiente com a avalanche de 7 milhões de turistas esperados em 2014, temos muito que aprender.

Para as escolas é um período de ótimas expectativas, com procura crescente desse serviço. As redes de ensino estão apostando em inovação e em marketing para conquistar esse público. Mas a Copa não é o único motivo que explica o aumento da procura pela língua inglesa. O Brasil é hoje considerado um líder mundial e as portas de Minas e do país estão abertas para transações multinacionais.
O domínio dessa língua deixou de ser um diferencial e se tornou uma característica inerente ao tipo de profissional demandado pelo mercado de trabalho. É lógico que a população tem consciência disso e as escolas de inglês também. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que novos serviços são ofertados, um amplo investimento em marketing é realizado. O mercado publicitário mineiro tem se movimentado no sentido de elaborar estratégias para aumentar as vendas de cursos e fortalecer as marcas das redes de ensino. Uma estratégia bem elaborada deve ir além da oferta do produto ou serviço. Diante desse cenário, posicionamos estrategicamente a rede Number One no mercado por meio de um amplo trabalho de comunicação, que já vem sendo realizado há cerca de oito anos. Reposicionamento do conceito da marca e do conceito do produto; branding design; organização da marca no ambiente web; e um projeto de comunicação integrada, que objetivou o envolvimento do público interno da franqueadora, dos franqueados e do público com a marca foram alguns dos pontos trabalhados.

Dentro desta proposta, interligamos o conteúdo on-line com o off-line e consolidamos a empresa como uma marca jovem, dinâmica e apta a atender às necessidades de seus diferentes públicos, nos diferentes momentos, seja de lazer, de negócios, de turismo, ou por algum evento específico, como a Copa. As escolas devem estar atentas para a sintonia entre equipe comercial e pedagógica para que os pacotes de ensino atendam ao público em destaque. São pessoas normalmente acima dos 19 anos que não tiveram oportunidade de aprender o inglês na infância ou na adolescência e que agora sentem falta do domínio do idioma, tanto para o trabalho quanto para as relações pessoais. O ganho das empresas que investirem na capitação desse público não será momentâneo e restrito à Copa. Passado esse momento, a cultura de aprender inglês estará mais fortalecida e as marcas que se destacarem também.


Fatores relevantes para o crescimento das PMEs

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A Revista Exame – PME,  em parceria com a Deloitte, analisou as pequenas e médias empresas que mais crescem no Brasil nos últimos anos. Após entrevista com estas empresas, constatou-se que e os fatores apontados como mais relevantes para o crescimento foram:

- Relacionamento e Fidelização de Clientes (76%)

- Qualidade (72%)

- Controle de custos (61%)

- Acesso as novas tecnologias (59%)


Promoção na Internet é a que mais atrai consumidores

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Intreressante essa pesquisa da GFK, que confirma uma tendência que exploramos bastante aqui na Carvalho Martins, principalmente nas promoções cross-media que fazemos para a Rede Number One. Segue o link: http://promoview.com.br/mercado/151618-promo-na-internet-e-a-que-mais-atrai-o-consumidor/


Invista no diálogo!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

As marcas que ainda acham que simplesmente “uma campanha publicitária criativa” resolve tudo, precisam ver esse ótimo filme.


Crescimento das Classes A e B no Brasil: 22 milhões de pessoas.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

É muito interessante acompanhar o crecimento da Classe C, mas as classes do topo da pirâmide estão crescendo ainda mais. http://jovempan.uol.com.br/noticias/economia/2011/09/classes-a-e-b-continuam-crescendo-no-brasil.html


Pesquisa indica que usuários estão ficando cansados das redes sociais.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011


Um projeto de comunicação bem-sucedido precisa respeitar a vocação natural da empresa

terça-feira, 23 de agosto de 2011

O Colégio ICJ é um cliente “do coração” da Carvalho Martins. Em todos os sentidos. Em 2008, quando fiz minha primeira visita (fomos indicados por outro cliente), os diretores nos informaram da necessidade de fazer com que a escola não só voltasse a crescer em número de alunos, mas também que sua marca fosse revigorada, através de uma comunicação moderna, eficaz e inesquecível.

Pois bem, a primeira coisa que fizemos foi entender um pouco do Colégio. Fui pessoalmente a dois eventos festivos e conversei com pais e alunos. Me misturei às famílias, puxei conversa com professores… Entendi que o slogan do Colégio ICJ, “amando e educando”, utilizado a mais de 40 anos, é uma realidade incontestável. Alunos e ex-alunos são completamente apaixonados pela escola. Coisa pra virar case de lovemark. E presenciei uma cena rara: um dos diretores, ao passear pelo pátio, foi abraçado por vários alunos. Sinceramente, quendo eu era criança, nunca ousei e nem tive a mínima vontade de atravessar um pátio pra abraçar um diretor ou diretora.

O planejamento de comunicação não poderia deixar de revelar exatamente a vocação dessa empresa: eles educam com amor. Assim, partimos do próprio slogan antigo como base para o desenvolvimento de nossa plataforma de comunicação. “Amando e Educando” se tornou “Educação com Amor”. E todo um plano de ações táticas, para público interno e externo, foi desenvolvido a partir desse conceito, que respeita e evoca a vocação natural da empresa.
Me lembro que, após apresentar a plataforma de comunicação integrada baseada na “educação com amor” para a diretoria, um deles me disse que tinha achado tudo muito bacana, mas esperava que a gente criasse algo novo…


Pra que criar algo novo, se a vocação natural da empresa é o que ela tem de melhor? Tudo que for além disso, vai acabar soando falso, com perigo de não ser entregue ao público. Bom, essa foi minha resposta, e eles nos deram um voto de confiança. O fato é que aquecemos o coração do ICJ, que é amável por vocação. Criamos um coração cheiroso como brinde, utilizamos, nas peças de comunicação, imagens de alunos e professores reais, depoimentos e informações relevantes. A alma da empresa estava lá, em cada peça, em cada ação. E os resultados começaram a aparecer, tanto na procura de alunos novatos quanto no resgate do orgulho da comunidade ICJ.

E sua empresa? Qual é a vocação natural dela? Você é do tipo que busca sempre algo novo, mesmo que a novidade não reflita a personalidade real de sua pessoa jurídica? Num ambiente em que o consumidor tem o controle total e não pestaneja em apontar o dedo para promessas falsas, dou um conselho: volte-se para a vocação natural de sua empresa, porque normalmente é por aí que está escondido seu verdadeiro diferencial.


Pesquisa TMT Predictions

terça-feira, 23 de agosto de 2011

No início de 2010, a Deloitte publicou os dados de uma interessante pesquisa, chamada de TMT Predictions Objetivo: pesquisar tendências de consumo e investimento em mídia para o ano de 2010. Agora, no meio do ano e com a Copa do Mundo movimentando os meios de comunicação, dá pra perceber que as coisas realmente estão acontecendo dessa forma prevista pela pesquisa.

Transcrevo aqui alguns dos resultados e conclusões que achamos mais interessantes:

- “Estima-se que 90% de toda a TV assistida e mais de 80% dos conteúdos de áudio consumidos serão pelos meios de transmissão tradicionais”.

- “Pode ser que mais à frente, a maioria do áudio e vídeo consumidos seja de forma não linear, mas este ano os consumidores de conteúdo vão continuar mais satisfeitos assistindo à programação das emissoras, indo contra o que alguns classificam como a ‘tirania da programação’”.

As mudanças nas demandas provavelmente vão resultar em novos tipos de tecnologia, mas a Deloitte prevê que a transição seja mais lenta e não prevê a chegada repentina de uma multidão de novas TVs voltadas à Internet.

Em lugar disso, ela prevê que a chamada convergência seja movida pelo usuário. Os espectadores vão acessar a Internet através de laptops, netbooks, smartphones e consoles de videogame enquanto assistem à televisão.

“ Os comerciais de TV podem levar os consumidores diretamente para os sites. O uso da TV junto com o online pode dar um retorno 47% mais positivo para uma marca do que se o online for usado separadamente.”

A Deloitte sustenta que os anunciantes têm que avaliar com cuidado as estatísticas de consumo de mídia. Se o linear continuar a dominar, comprar publicidade convencional, como no rádio e na TV, pode continuar a ser mais eficaz.

O online representou em torno de 10% dos US$600 bilhões do mercado global de publicidade de 2009.

Fonte: Jornal Propaganda e Marketing, 1º de fevereiro de 2010.