Posts com a tag ‘sergio coelho martins’


Trabalho da Carvalho Martins em destaque na Revista Franquia & Negócios

segunda-feira, 22 de junho de 2015

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Veja a matéria na íntegra.

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Minas Marca destaca carreira de Sérgio Martins

quarta-feira, 04 de março de 2015

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A equipe de redação do Jornal Minas Marca publica a trajetória profissional de Sérgio Martins. Clique Aqui e leia a íntegra.


Padronização do marketing em redes de franquias

quarta-feira, 23 de julho de 2014

empreendedor

“Franqueado e franqueadores precisam trabalhar juntos para que a verba seja bem aplicada nas esferas local e nacional.” Leia aqui a matéria do site da Revista Empreendedor com Sérgio Martins como um dos entrevistados.


Veja a entrevista de Sérgio Martins em Grandes Nomes da Propaganda

segunda-feira, 08 de outubro de 2012

Clique no link e assista: http://www.futurelab.com.br/grandesnomesdapropaganda/video/edicao-35-2012/gestao-de-marcas-e-diferencial-na-carvalho-martins-comunicacao-de-minas-gerais/


Marcas Memoráveis

sexta-feira, 29 de junho de 2012

COMO CONSTRUIR MARCAS QUE O CONSUMIDOR NÃO ESQUECE

Gurgel, Kolynos e Bamerindus, são algumas marcas brasileiras que, mesmo após o encerramento das atividades, ainda continuam na cabeça dos consumidores. O que torna isso possível? O que as marcas atuais podem aprender com esse fenômeno?

O gestor de marcas e sócio diretor da Carvalho Martins Comunicação Sérgio Coelho Martins explica que essa situação ocorre devido à união de dois principais fatores: campanhas memoráveis e produtos respeitáveis. “São marcas que trabalharam bem sua comunicação unindo um conjunto de fatores relevantes, como a elaboração de uma linguagem adequada, criativa, com slogans significativos para o público, principalmente considerando o momento histórico em que essas marcas foram construídas. Dessa forma, conseguiram desenvolver uma imagem simpática, atraente e inesquecível”, observa.

A Kolynos, por exemplo, marca americana que chegou ao Brasil em 1917, construiu toda sua estratégia de comunicação baseada em sensações através de imagens, sons e ícones que passavam a idéia de refrescância. “Foi algo inovador para a publicidade da época, tão focada em discursos formais, quase didáticos, sobre fórmulas e qualidades de produtos. O famoso “Ah!” usado em todas as campanhas era tão forte que permaneceu no Sorriso, marca que substituiu a Kolynos”, afirma Martins.

Paralelamente, outras marcas que atendiam bem aos objetivos propostos, suprindo as necessidades do consumidor, também conquistaram um lugar privilegiado na mente e coração dos consumidores. O Gurgel BR-800, por exemplo, foi um carro lançado no Brasil em 1988 pelo empresário João do Amaral Gurgel com um mote nacionalista. A fábrica Gurgel Motors se tornou a primeira e única, até hoje, montadora de carros 100% brasileira.

“Um carro simples, econômico, racional, inteligente e acima de tudo, honesto”, definia a campanha de lançamento, destacando que estava pronto para atender a maior parte dos brasileiros. “O Gurgel oferecia um produto novo mas, também, nacionalismo com economia. Talvez por isso, a marca continue forte no imaginário brasileiro, mesmo após o encerramento das atividades em 1993”, destaca o gestor. O mesmo ocorreu com o Bamerindus, lançado em 1929 no Brasil, como uma solução para uma economia segura e rentável. “A comunicação bem-humorada adotada pelo banco em seus últimos anos de existência, principalmente no produto Poupança Bamerindus, foi um daqueles raros e desejáveis casos de propaganda que cai no gosto popular, quase se integrando à cultura do povo. Com esse apelo bem-humorado – algo incomum até hoje em campanhas de serviços financeiros -, o Bamerindus se tornou uma marca com personalidade popular e alegre, uma marca memorável”, explica Martins.

Contudo, será que a fórmula para se manter na mente do consumidor ainda é a mesma? Segundo Sérgio Martins, a receita parte sempre de um mesmo ponto: “transmitir uma mensagem significativa, de forma criativa e surpreendente, e oferecer mais que um produto/serviço”. Por isso, hoje, uma boa gestão de marcas está intimamente ligada a outros setores da empresa. Afinal, de nada adianta uma marca forte, se a empresa não conseguir atender seu consumidor da forma que ele espera. “Hoje, os consumidores estão mais exigentes, vigilantes e contam com um incrível poder de avalizar ou não as marcas que tentam lhe conquistar. Fazem isso através da Internet, muitas vezes com críticas que adquirem uma visibilidade inimaginável na época das grandes marcas do passado”, completa Martins.

Por isso, o processo de planejamento e gestão de marcas hoje ser mais complexo e necessitar de ajuda profissional, com visão macro e integradora de todos os pontos de contato da marca com os públicos que com ela interagem.

Fonte: http://www.zoomcomunicacao.com.br/noticias-detalhes.php?page=como-construir-marcas-que-o-consumidor-nao-esquece


Gestão de marca em rede de franquias

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Clique em cada página e leia na íntegra o artigo de Sérgio Coelho Martins sobre gestão de marcas em redes de franquias, publicado na Revista Dirigente Lojista de Junho/2012.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Encontro de Franqueados Learning Fun 2012

terça-feira, 05 de junho de 2012

O Learning Fun Franchising promoveu nos dias 25 e 26 de maio, no Rio de Janeiro, o encontro anual de franqueados, que contou com a apresentação da estratégia de branding desenvolvida pela Carvalho Martins para a marca no último ano. Nas fotos, Sérgio Martins em palestra e com Teresa Cata-Pretta, fundadora da rede Learning Fun.

 


Gestão de marcas

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Entrevista com Sérgio Martins veiculada na Rede Minas – Programa Emprego e Renda, em18 de maio de 2012.

Segunda parte:


Sedução das marcas

terça-feira, 03 de janeiro de 2012

Como já preconiza Kevin Roberts em Lovemarks, não somos seres racionais. Por que então exigimos respostas racionais de clientes ou prospects sobre as razões de sua atração pelas nossas marcas?

(Artigo de Sérgio Coelho Martins publicado no jornal Estado de Minas de 02/01/2012)

A maioria dos gestores de marcas buscam, nos mais variados tipos de pesquisas quantitativas e qualitativas, recursos racionais que embasem suas decisões em relação ao planejamento e ações de marketing a serem implementadas. Se cercar de pesquisas e dados sobre nosso consumidor, mercado e concorrentes é sempre ótimo mas, a cada dia que passa, temos visto que não é base suficientemente segura para tomada de decisões acertadas. Isso, porque somos seres emocionais. E os dados advindos da maioria dessas pesquisas são sempre muito concretos.

O CEO da Neurofocus, A. K. Pradeep, especializado em neuromarketing, afirma que apenas 5% dos nossos pensamentos são conscientes. Na realidade, entendo que buscamos na racionalidade um apoio aparentemente seguro para aquelas decisões que, na verdade, tomamos baseadas em nossas emoções. Quem já comprou um carro zero-quilômetro entende isso. Pesquisamos alguns modelos, fazemos test-drives… Mas sempre tem aquele modelo que nos conquista de uma maneira não-racional. E, uma vez conquistados pela emoção, normalmente ampliada pela força da marca que assina aquele objeto de nosso desejo, buscamos na racionalidade os argumentos que justifiquem aquela compra. Afinal, “somos adultos, temos que tomar decisões racionais”. Será?

A razão realmente tem um papel muito pequeno nas nossas decisões de compra. Aliás, nas importantes decisões de nossa vida, como a escolha de uma companheiro ou companheira. É fácil perceber que as marcas mais relevantes do mercado são aquelas que conseguem acessar nossas emoções. Quem já leu Lovemarks, de Kevin Roberts, percebe o quanto esse componente emotivo é importante. E elas conseguem fazer isso porque compram um espaço privilegiado em nossa mente e coração – e pagam caro por isso! E esse espaço, conquistado por altos investimentos em comunicação de marketing, acaba se tornando o bem mais valioso dessas marcas. Coisa extremamente romântica, se não houvesse interesses comerciais por trás de tudo isso.

Quando se planeja a comunicação de uma marca ou produto, devemos levar em consideração que estamos traçando uma estratégia de conquista. É como um ritual de acasalamento do reino animal, em que um macho se exibe para as fêmeas de sua espécie buscando, digamos, uma relação mais profunda. Um plano de comunicação é sempre um plano de conquista. A mensagem, bem como os meios que a complementam (lembrando McLughan, que afirma que o meio também é mensagem), são estratégias para que o desavisado consumidor seja atraído para o ninho da marca. E essas estratégias devem ser integradas, complementares, se entrelaçar. É como o script de Don Juan, que planeja suas ações em busca da conquista.

Por isso, caiamos na real: se alguém lhe perguntar quais foram as razões concretas que o levaram a se casar com sua esposa ou marido, dificilmente você terá uma resposta confiável. Mesmo que o pesquisador lhe mostre uma lista de características racionalmente desejáveis em um parceiro(a), e lhe mande enumerar por ordem de importância, essa resposta será invariavelmente falha.

Marcas competentes são aquelas que desenvolvem e comunicam sua proposta de valor de forma eficaz e sedutora, que conquistam pela emoção e, ao mesmo tempo, lhe oferecem razões concretas para que você justifique, a você mesmo e aos seus amigos, o motivo de escolher aquele produto ou serviço, de forma mais “racional e civilizada”.

Um conselho: não fique perguntando ao seu cliente, aquele já conquistado ou o potencial, como ele chegou até você: se foi pelo outdoor ou pelo spot de rádio, ou ainda por indicação. Essa pergunta é inócua. O plano de comunicação de sua marca simplesmente exerceu poder de atração sobre ele. O script de Don Juan funcionou. Aceite isso e aproveite a deixa…


Redes de ensino do idioma terão de se preparar para a demanda

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Por Sérgio Martins – Sócio-diretor da Carvalho Martins Comunicação
Publicado no Jornal Estado de Minas – MG (16/11/2011)

A Copa 2014 transformou o país em um canteiro de obras e criou para população e comércio boas perspectiva. Cada vez mais pessoas estão investindo em formação e capacitação, de olho, é claro, nas oportunidades de emprego e negócios. Uma área que está atenta e que vem expandindo a atuação é a de ensino do idioma inglês. Isso porque, segundo a pesquisa Business english index report, realizada pela empresa Global English, o Brasil está bem abaixo da média mundial de proficiência na língua inglesa, em uma pontuação considerada insatisfatória: de 4,46, em uma escala de 1 a 10. O dado mostra que, realmente, para atendermos e nos comunicarmos de forma eficiente com a avalanche de 7 milhões de turistas esperados em 2014, temos muito que aprender.

Para as escolas é um período de ótimas expectativas, com procura crescente desse serviço. As redes de ensino estão apostando em inovação e em marketing para conquistar esse público. Mas a Copa não é o único motivo que explica o aumento da procura pela língua inglesa. O Brasil é hoje considerado um líder mundial e as portas de Minas e do país estão abertas para transações multinacionais.
O domínio dessa língua deixou de ser um diferencial e se tornou uma característica inerente ao tipo de profissional demandado pelo mercado de trabalho. É lógico que a população tem consciência disso e as escolas de inglês também. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que novos serviços são ofertados, um amplo investimento em marketing é realizado. O mercado publicitário mineiro tem se movimentado no sentido de elaborar estratégias para aumentar as vendas de cursos e fortalecer as marcas das redes de ensino. Uma estratégia bem elaborada deve ir além da oferta do produto ou serviço. Diante desse cenário, posicionamos estrategicamente a rede Number One no mercado por meio de um amplo trabalho de comunicação, que já vem sendo realizado há cerca de oito anos. Reposicionamento do conceito da marca e do conceito do produto; branding design; organização da marca no ambiente web; e um projeto de comunicação integrada, que objetivou o envolvimento do público interno da franqueadora, dos franqueados e do público com a marca foram alguns dos pontos trabalhados.

Dentro desta proposta, interligamos o conteúdo on-line com o off-line e consolidamos a empresa como uma marca jovem, dinâmica e apta a atender às necessidades de seus diferentes públicos, nos diferentes momentos, seja de lazer, de negócios, de turismo, ou por algum evento específico, como a Copa. As escolas devem estar atentas para a sintonia entre equipe comercial e pedagógica para que os pacotes de ensino atendam ao público em destaque. São pessoas normalmente acima dos 19 anos que não tiveram oportunidade de aprender o inglês na infância ou na adolescência e que agora sentem falta do domínio do idioma, tanto para o trabalho quanto para as relações pessoais. O ganho das empresas que investirem na capitação desse público não será momentâneo e restrito à Copa. Passado esse momento, a cultura de aprender inglês estará mais fortalecida e as marcas que se destacarem também.