Posts com a tag ‘marketing franchising’


Rede Pomodori é o novo cliente da Carvalho Martins.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

A post_pomodori2rede de franquias Pomodori Pizza é a mais nova cliente da Carvalho Martins Comunicação. Os empresários Luiz Flávio Cançado e Sérgio Zulian confiaram à equipe da Carvalho Martins a tarefa de reorganizar, planejar e gerenciar a comunicação de marketing da marca Pomodori, que pretende solidificar seus processos mercadológicos  junto à rede, ampliar sua ação no mercado mineiro e expandir para outros territórios. A Target Franchising, consultoria especializada em gestão comercial e expansão de redes de franquias, é parceira da Carvalho Martins na Pomodori.


Terceirização de marketing para redes de negócios

sexta-feira, 09 de junho de 2017

TESTEIRAO brasileiro tem vivência em crises. O cenário atual se caracteriza por baixo crescimento, crise política e incertezas no futuro, entre outras preocupações comuns a muitos empreendedores. Se o empresário brasileiro já fazia malabarismos para sobreviver – especialmente aqueles com empresas de pequeno e médio porte – agora essa habilidade é ainda mais essencial.

Sabemos que crises também representam oportunidades. Especialmente para aquelas empresas que se tornam agressivas em sua comunicação e marketing. Entretanto, manter uma equipe completa, com gestores e analistas de marketing, e ainda contratar assessoria de imprensa, agência de publicidade entre outros, representa um custo e um passivo trabalhista com o qual as empresas muitas vezes não têm condições de arcar.

NOVAS FÓRMULAS

Novos arranjos para atender a esse tipo de demanda estão surgindo e uma solução que tem se mostrado eficaz e eficiente é a terceirização do planejamento e gestão de marketing. É possível encontrar muitas fornecedores em marketing digital, assessorias de imprensa, inbound e outbound marketing. Mas são poucas as empresas que reúnem esse pacote de serviços num único contrato, visando oferecer a melhor relação custo X benefício aos seus clientes.

Ao contar com uma única empresa (e portanto uma única margem de lucro) com visão integral da comunicação e marketing pelo custo, talvez, de um único colaborador, o empresário certamente terá um serviço ampliado e reduzirá seus custos. Um contrato assim deve incluir o estratégico e operacional do marketing, agência publicitária, produção de peças promocionais, web design, produção e gestão de conteúdo online (redes sociais inclusive).

Empresários que contam com uma estrutura um pouco maior, como redes de negócios, com mais de um ponto de venda, ou atuando tanto na produção como na venda, frequentemente ficam envolvidos com diversas outras questões da administração em si, gestão de pessoas, RH, em alguns casos com logística de distribuição, produção, treinamento entre tantas outras. A terceirização do marketing e da comunicação pode oferecer a ele um fôlego para todas as outras tarefas, com a tranquilidade de saber que receberá um serviço de qualidade, com equipe de especialistas.

Segundo Sérgio Martins, diretor da Carvalho Martins Comunicação – que oferece este serviço há mais de 15 anos – é possível trabalhar tanto terceirizando todo o trabalho, quanto apenas parte dele, integrando a equipe da empresa contratada com um staff interno reduzido.

EMPRESA QUE JÁ UTILIZA ESSE TIPO DE SOLUÇÃO 

Segundo Thelma Lawton, superintendente da rede de franquias Number One, entre as vantagens de terceirizar os serviços de marketing e comunicação integrada, está o fato de poderem se concentrar em seu core business. “Nosso negócio é o ensino de inglês. Ao terceirizar, podemos nos concentrar nisso. E também na logística em torno disso. Afinal são 160 pontos de ensino. Outro fator importante é que, estando dentro do Number One, respiramos e vivenciamos muito intensamente nosso dia a dia. Ao terceirizar, pudemos perceber que os profissionais envolvidos no atendimento vivem outras realidades, de outras empresas e setores, e percebem problemas e soluções que podem ser semelhantes para empresas diferentes”, explica ela, que é atendida pela Carvalho Martins Comunicação.


FranGO! é nova rede de franquias cliente da Carvalho Martins

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

img_6193

A jovem rede de franquias de frango frito FranGO! é a mais nova cliente da Carvalho Martins. Desde outubro de 2016, a Carvalho Martins se tornou responsável pelo planejamento e gestão da comunicação de marketing da rede, de propriedade do empresário Bruno Rabelo. O foco do trabalho é a construção de uma marca que seja atraente por seus diferenciais de sabor e qualidade no produto, além da experiência prazerosa proporcionada pelas lojas da rede, que também trabalha com Delivery. A rede hoje possui quatro lojas concentradas na região da Grande BH, com alto potencial de expansão. Além de contratar a Carvalho Martins, a FranGO! também contratou a Extranet Track, sistema de extranet desenvolvido pela start up Track Techno para gestão e organização da comunicação de redes de negócios. Bem-vinda rede FranGO!

 


Trabalho da Carvalho Martins em destaque na Revista Franquia & Negócios

segunda-feira, 22 de junho de 2015

F&N-capa copy

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veja a matéria na íntegra.

F&N-1 copy

F&N-2 copy

F&N-3 copy

 

 

 


Number One recebe seu 21º Selo de Excelência em Franchising – ABF

terça-feira, 28 de abril de 2015

fotoABFA Carvalho Martins parabeniza Marcio Mascarenhas, Thelma Lawton e toda equipe do Number One, juntamente com seus franqueados que decidiram: não vamos participar dessa crise. É um orgulho e satisfação para a Carvalho Martins fazer parte desse time.


Lições e insights da IFA 2015

sábado, 14 de março de 2015

Pos IFA MG

Pos IFA MG

Estivemos no dia 12/03 no evento Pós-IFA realizado pelo Sebrae- MG em parceria com a Bittencourt Consultoria. A IFA é a Federação Internacional do Franchising e realizou em Las Vegas, em fevereiro, sua 55ª Convenção. Participaram mais de 4 mil franqueadores de 42 países, trocando experiências, tendências e desafios do mercado e muito mais, que você vai poder constatar no decorrer deste texto.

Lyana Bittencourt, sócia da consultoria, trouxe algumas lições para os empresários mineiros. Antes de entrar no temas propriamente levantados durante a Convenção da IFA, falou de alguns temas que merecem atenção e reflexão de todos os empresários. Basicamente é a mudança do perfil do consumidor. É fato que a população brasileira está envelhecendo. Logo teremos uma maior proporção de idosos na população. Outro ingrediente é a geração Millenium, com idade entre 15 e 35 anos. “São pessoas que vivem um luxo funcional, nascem acoplados ao tablet, têm altíssima afinidade com tecnologia, são multitarefas”, disse ela. Por fim, lembrou também da mudança das mulheres. “Estão mais inseridas no mercado. Há uma redução da taxa de natalidade. Temos vários comitês femininos surgindo”, pontuou. A grande questão que levantou foi se as empresas estão preparadas ou se preparando para atender esses perfis de clientes.

Ela também ressaltou o papel da tecnologia. “Está ligada a tudo. Inserida no nosso dia a dia. Já tem tecnologia que identifica o humor pela voz”, revelou. Sabemos também que já existem equipamentos que identificam as redes sociais dos clientes quando entram na loja, busca identificar seus gostos e sugerir compras ligadas a este perfil. A tecnologia, lembrou, permitiu a criação da maior rede hoteleira do mundo, através do site AirBnB, sem sequer um hotel. Por todas as mudanças que estamos testemunhando, Mike Duke, que foi presidente do Walmart decretou: precisamos pensar não em como as pessoas consomem agora, mas sim em como vão consumir em 2020.

Entrando de fato nos aprendizados da Convenção, foram seis temas mais fortemente repercutidos: cultura ou propósito da empresa; relacionamento; mentoring; embaixadores da marca; marketing digital e internacionalização. Vamos a eles:

CULTURA EMPRESARIAL

Foi o tema mais relevante. Vários franqueadores disseram ser fundamental entender o propósito ou a cultura da empresa. Na Havaianas, por exemplo, criou-se um envolvimento da equipe em torno de se tornarem referência mundial. Para isso possuem a equipe VDM (Vamos Dominar o Mundo). Com atitudes assim, é possível engajar os funcionários num grande propósito. Tem um simbolismo por trás. E, ao fazer isso, será possível perceber quem são aqueles funcionários que não se envolvem, não comungam dos mesmos valores e propósitos da companhia.

Se cultura necessariamente passa pelo time interno. Numa franquia, obviamente, tem relação com a seleção dos franqueados. “Foi algo muito perceptível na IFA. É a preocupação número um dos franqueadores americanos por exemplo”, disse Lyana, que visitou a feira pela 7ª vez. Uma boa dica é que o empresário busque identificar quem são as pessoas admiradas pelos demais funcionários dentro da empresa. E as características que essas pessoas têm. A partir daí, tentar replicar isso nos demais e até usar isso na seleção de candidatos.

Essa é uma tarefa importante para franqueadores e empresários em geral. Identificar a cultura da empresa, traduzir isso. Além de identificar os mais entusiasmados, é preciso buscar entender o sentimento de todos em relação à empresa. Crie discussões em torno dessa proposta de valor; sobre como a tecnologia pode afetá-la, melhorá-la, dinamizá-la e compartilhe com seus colaboradores.

Como exemplo de empresa com proposta bem definidas podemos citar a Zappos, o e-commerce de sapatos que é um fenômeno mundial, com mais de 1.600 empregados. A filosofia é de total desprendimento. Funcionários não batem ponto; tem liberdade para chegarem a hora que quiserem desde que entreguem seus trabalhos; podem decorar suas mesas como quiserem; podem trocar de mesas; o RH foi rebatizado de relacionamento com empregados; na entrada tem camisetas com dizeres parabenizando conquistas de equipes internas; salas de descompressão (redes com grama e alimentação gratuita). Não bastasse o já mencionado, oferecem treinamento de um mês em que, caso o novato não se identifique, pode pedir para sair e recebe o salário do mês; os anos de colaboração na empresa são reconhecidos; não possuem hierarquia e sim coaches e líderes (incentivadores); não tem script de atendimento ao cliente pois defendem que o que faz diferença é o relacionamento do funcionário com o cliente, de forma a resolver e satisfazer.  Acreditam que é preciso entregar uma boa experiência, que só é alcançada com personalização e conexões emocionais. A empresa, hoje, recebe empresários do mundo inteiro para ver como este modelo funciona.

Outro case de sucesso é a rede de supermercados Whole Foods. Lançada em 1980, já em 1981 sofreu um enorme revés. Uma enchente na cidade de Austin arrasou sua loja e seu estoque. Um prejuízo de 400 mil dólares. Sem ter como reverter esse cenário, os sócios estavam por desistir quando receberam apoio da comunidade. Pessoas trabalharam voluntariamente na reconstrução e deram, adiantado, dinheiro para que os donos repusessem os estoques. A partir deste dia o CEO John Mackey e os sócios Renee Lawson Hardy, Craig Weller e Mark Skiles entenderam que aquele negócio não era mais deles e sim de todos. Que o negócio só faria sentido, se fizesse bem à comunidade. Desde então passaram a fazer, por exemplo, feira de produtores dentro de suas unidades onde não ganhavam nenhum centavo. Estabeleceram 30 substâncias nocivas para a saúde e assim, todos os produtos que fazem uso de alguma delas, não encontram espaço em suas gôndolas. Por exemplo, a Coca-Cola. Mesmo sem vender produtos tão tradicionais, a rede foi a que mais cresceu nos Estados Unidos. Tem mais de 100 lojas e já desembarcou na Europa. É esse tipo de propósito, saber bem para que veio, como e quem quer atender, que as empresas precisam estabelecer.

RELACIONAMENTO

É preciso investir nele. Não só com clientes, mas como todos os stakeholders. “Líder bom hoje, é o líder solucionador. Ao se pensar na relação da marca com os franqueados, é preciso entender que é fundamental ter transparência. Quando houver problemas, devemos solucioná-los e não buscar atalhos ou varrer a sujeira pra debaixo do tapete. E o franqueador que for um líder solucionador, pode conduzir esse processo, estimulando as soluções, estando atento e apto a responder a tudo”, afirma Lyana Bittencourt.

Os pensamentos atrasados de que: sempre fiz assim e não tenho porque mudar; meu jeito de vender funciona, não vou mudar; ou considerar a tecnologia um negócio complicado e que, portanto, não vou adotá-la, são pensamentos comuns a empresário atrasados.

MENTORING

O Mentoring no franchising foi altamente recomendado pelos gestores que já o utilizam. Alguns, inclusive, remuneram fraqueados para isso. É um apoio e incentivo aos integrantes da rede com melhor desempenho. Para disseminares seus conhecimentos através do compartilhamento das melhores práticas. No Brasil, entretanto, se discute se isso não seria terceirização do objeto fim do contrato de franquias.

Dentro desse perfil, de estimular, é importante que o franqueador mantenha algum contato de proximidade com seus franqueados. “Ligue sem aviso prévio. Tenha uma relação não tão próxima para ser amigo, mas nem tão distante para ser inatingível. Se possível, faça visitas nas lojas, vivencie a atmosfera da loja como um consultor de campo”, sugere ela.

EMBAIXADORES DA MARCA

O quarto ponto de destaque são os embaixadores da marca. Identifique e use os franqueados e clientes apaixonados. Crie grupos de referências dentro da rede que ajudem a melhorar a performance. Reconheça seus bons franqueados publicamente. Parabenize-os nas convenções, crie rankings de desempenho que são atualizados mensalmente; peça para que contem como chegaram a esse resultado. Essa energia passa para os demais, que visualizam onde podem chegar.

Desenvolva programas de incentivo e mantenha as regras. Não as mude no meio do jogo. Deixe que saibam exatamente o que precisam fazer. Use critérios claros. Estimule essa competição saudável. E seja transparente. Abra seus dados. Construa confiança e respeito mútuo. Se possível, faça um relatório de gestão.

MARKETING DIGITAL

Existem empresas open minded, que estão à frente de seu tempo, testando novas fórmulas. E existem os tradicionais. Franqueadores devem definir quais redes sociais o franqueado usa e quais ela quer que seja institucional.

Em algumas empresas, cada franqueado tem uma página local de Facebook. Mas para isso, as empresas estão monitorando como está sua reputação online nessas regiões. Às vezes produzindo conteúdo para que repliquem e aprovando conteúdos locais. Um caminho pode ser criar um manual de conduta em determinada rede social. Afinal, como ser social localmente sem redes sociais?

A UTS, empresa americana de logística similar aos Correios, usa um sistema único que controla todas as páginas da marca. No entanto esse sistema permite que os gestores incluam informações locais. Já aquelas institucionais vão para todas. Assim, buscam ser globais mas com presença local. A possibilidade de ser local no online, permite também um trabalho de engajamento emocional. Depoimento de consumidores, funcionários e franqueados da região, fortalecem a marca na comunidade.

Para melhorar o desempenho online, algumas marcas promovem treinamentos descontraídos do uso destas redes sociais, para melhorar o desempenho de seus franqueados. E também recorrem aos embaixadores da marca no ambiente online. Trazem para perto perfis que amam a marca.

As ferramentas de marketing também podem auxiliar na construção da jornada de relacionamento do consumidor. Se o cliente vai a uma loja física e fica satisfeito. Mas depois aciona o SAC e tem uma queda nessa percepção, criará uma impressão da marca na média dessa vivências. Isso, no passo a passo, é a jornada de relacionamento.

EXPANSÃO INTERNACIONAL

Para o Brasil as notícias não são boas. O país que antes era tido como a bola da vez, agora é tido como destino com baixo potencial de expansão. Para as marcas nacionais que desejam romper as fronteiras é preciso pensar não só nas motivações, como nova fonte de receita, entrar em novos mercados e aumentar o valor da marca, como também nos desafios. Saber definir bem o país de destino, escolher com bastante critério o master franqueado (que precisa estar alinhado com os valores e cultura da marca) e ter em mente um projeto de médio a longo prazo. Em geral, os brasileiros acreditam em sucesso e lucros imediatos. E não é assim que funciona. É preciso trabalhar posicionamento da marca, definição de mercado, métodos de atuação, escolha correta de pontos, estudar a legislação local. São muitas as tarefas para dar esse passo.

Texto de Humberto Siqueira, parceiro colaborador da Carvalho Martins


Marketing de franquias: reduza custos, aumente a capacitação.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Marketing para Franquias

O número de empresas franqueadoras no Brasil passou de 2.900 unidades no final de 2014 (dados ABF). A grande maioria dessas operações ainda está no início, e muitas delas já começam a se deparar com o desafio da consolidação de suas marcas e expansão das unidades. Para as empresas que estão passando por esta fase, é crucial contar com uma inteligência de marketing que seja capaz de planejar, gerenciar e executar ações que visem o fortalecimento da marca e a geração de negócios – tanto para a expansão da rede quanto para o incremento da demanda de clientes finais para as unidades franqueadas.

Para essas franqueadoras, nem sempre é possível arcar com os custos de um time de marketing qualificado, que se somam aos custos da contratação de uma agência de comunicação profissional, de compra de mídia (online ou offline), de gestão de redes sociais e de outras ferramentas imprescindíveis para a comunicação integrada das marcas nos dias de hoje.

Terceirização de marketing em franchising: é possível?

 A Carvalho Martins Comunicação oferece às empresas franqueadoras um pacote de serviços que pode integrar:

• consultoria de branding (posicionamento de marca, atributos de valor, diferenciais),

• o planejamento de marketing,

• a gestão da comunicação da marca,

• gestão do marketing da franqueadora,

• branding design,

• serviços de agência de publicidade,

• social media,

• assessoria de imprensa.

Por não ser um modelo engessado, a contratação dos serviços pode ser modulada de acordo com as necessidades de cada empresa franqueadora, que pode possuir um staff de marketing interno ou não. O pacote de serviços contratado é gerenciado por um único contrato de consultoria e gestão.

São várias as vantagens deste modelo

• A franqueadora passa a contar com uma equipe terceirizada de planejamento de marketing de sua rede, com visão externa do negócio e grande experiência no ramo de franchising.

• Ao invés de receber um briefing, a Carvalho Martins faz o levantamento diagnóstico das necessidades mercadológicas do cliente, através de uma visão 360 graus de seu negócio, e elabora um estudo que aponta necessidades e soluções completas, do planejamento de marketing aos processos de comunicação integrada de marketing.

• A Carvalho Martins mantém, em seu staff, profissionais de diversas competências, como redação, design, media planning e social media para atender demandas dos clientes com eficácia e rapidez, desde projetos de branding design à criação e de campanhas publicitárias completas, em plataformas on ou offline.

• A Carvalho Martins orienta e gerencia a interface com outros fornecedores que compõem serviços agregados, como empresas de eventos, desenvolvedores Web, etc.

• Trabalhando com a Carvalho Martins a franqueadora pode ter, em um mesmo contrato, a integração do serviço de consultoria de gestão de marketing com serviços de agência de publicidade, redes sociais e assessoria de imprensa – tudo a uma relação custo X benefício bastante atraente.

Cases

• A rede Number One começou a trabalhar com a Carvalho Martins em 2004 contratando apenas os serviços de branding design, consultoria de comunicação integrada e publicidade. Na época, a Carvalho Martins trabalhava 100% alinhada com o staff interno do franqueador. Desde 2011, porém, toda a inteligência e operação de marketing da rede, que possui 160 pontos de ensino no Brasil, foram transferidas para a Carvalho Martins que, inclusive, absorveu parte da equipe que trabalhava no Number One.

• Em 2014, a rede de franquias Rede Açaí.com contratou os serviços de consultoria de comunicação integrada de marketing, branding design e de agência de publicidade da Carvalho Martins que, neste caso, trabalha em sintonia constante com o staff da franqueadora.

Além desses clientes, a Carvalho Martins atendeu a Master-franquia Microlins em Minas Gerais entre os anos de 2006 e 2008, prestou consultoria de branding e gestão de comunicação à rede Learning Fun (2011-2012), além de prestar serviços semelhantes a outras redes de negócios, como a indústria e comércio de cosméticos Mutari (2009-2011).

Clique aqui, conheça mais sobre a Carvalho Martins e fale com a gente.



Mídias sociais: confira nossos novos artigos.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

artigos

Clique aqui e confira o artigo de Sérgio Martins sobre redes sociais no ambiente do franchising publicado no jornal Minas Marca.

E mais: veja também aqui o artigo de Ana Paula Amaral, gestora de mídias sociais da Carvalho Martins, sobre a diferença entre mídia no Google e no Facebook.


Padronização do marketing em redes de franquias

quarta-feira, 23 de julho de 2014

empreendedor

“Franqueado e franqueadores precisam trabalhar juntos para que a verba seja bem aplicada nas esferas local e nacional.” Leia aqui a matéria do site da Revista Empreendedor com Sérgio Martins como um dos entrevistados.


Redes sociais no ambiente do franchising: cinco dicas para enfrentar esse desafio

quarta-feira, 16 de abril de 2014

MinasMarca

A velocidade das mudanças, novidades e evoluções disruptivas que ocorrem no universo digital exigem das corporações a criação e adoção de novos modelos gerenciais em curto espaço de tempo. Atualmente, um dos principais desafios dos gestores de marketing das redes de franquias gira em torno da questão de como organizar a marca, que é patrimônio da franqueadora, no ambiente das redes sociais.

Twitter, Orkut, Linkedin, Facebook, Instagram e Google+, entre outros, constituem hoje excelentes ferramentas para quem deseja divulgar seu negócio, criar e nutrir relacionamentos. É praticamente impossível que uma marca não participe dessa tendência irreversível do universo digital, uma vez que as redes sociais já são parte de nossa vida cotidiana. Por isso a utilização deste canal de relacionamento pelas marcas do universo do franchising cresce e se profissionaliza dia após dia.

 Como consequência natural, unidades franqueadas também reivindicam junto às suas franqueadoras a liberdade para criar e gerenciar seus próprios perfis ou fanpages em redes sociais. Algumas redes de franquias simplesmente adotaram a política da proibição: nenhuma unidade pode ter sua própria conta em rede social. Somente a franqueadora, por ser proprietária da marca, gerencia as páginas oficiais nessas redes.

 Sem dúvida essa postura evita dores de cabeça ao franqueador e trabalho extra ao departamento demarketing, mas será que atende ao anseio de relacionamento local da franquia e de seus consumidores finais?

 Na maioria dos casos, o fato de uma unidade franqueada ter a liberdade de possuir e gerenciar sua própria conta em rede social pode, em alguma medida, alavancar novos negócios ou beneficiar seu relacionamento com os clientes de seu território. Então, a questão passa a ser como lidar com esse “co-gerenciamento” da marca (que é patrimônio da franqueadora) por vários franqueados no ambiente Web sem que isso ameace a personalidade da marca. Qualquer que seja a resposta, o fato é que, com a explosão e consolidação do fenômeno das redes sociais, o processo de gerenciamento de uma marca no ambiente do franchising está muito mais complexo, exigindo dos gestores soluções novas e criativas.

 Baseados em experiências vivenciadas e observadas por nossa equipe em redes de negócios, e com o intuito de contribuir para o desenvolvimento deste debate, listamos abaixo cinco dicas básicas para ajudar os gestores de marketing de franqueadoras a formatar a política de utilização de redes sociais junto aos seus franqueados.

 1 – Comece organizando o que é básico através de regras claras

Explique aos franqueados as características de cada rede social. E estabeleça regras básicas para criação de perfis em cada uma delas. Por exemplo: ao abrir uma conta no Facebook, não é indicado à franquia utilizar um perfil, e sim uma fanpage. Em qualquer rede social, na descrição da empresa deve estar claro que aquela conta pertence a uma franquia da marca, e não à franqueadora. O ícone visual também pode ser padronizado, em uma versão diferente daquele utilizado pela franqueadora em seus canais oficiais.

 2 – Redes sociais demandam gerenciamento constante

É importante deixar claro para o franqueado que sua unidade pode ter no máximo uma conta em cada rede social. E que cada perfil necessita de monitoramento e gerenciamento de conteúdo constante. Afinal, rede social é espaço de conversa e relacionamento, e não canal de publicidade. Se o franqueado não tem alguém que conheça as características de cada rede e que faça este trabalho de forma qualificada, é melhor não se aventurar.

 3 – Conteúdo local com integração total aos perfis oficiais da marca

Uma boa medida a ser implementada é estabelecer a regra de que todas as postagens feitas nas redes sociais oficiais da marca (gerenciadas pela franqueadora) sejam replicadas nas contas dos franqueados. Dessa forma, a integração da comunicação promocional e institucional da marca se potencializa na Web, o que é bom pra todos. E, para o franqueado, vale a regra de criar postagens apenas de notícias, eventos e promoções de sua unidade, desde que esse conteúdo não seja conflitante com as ações nacionais da franqueadora.

 4 – Política clara dos tipos de posts que podem e que não podem ser publicados

Ainda é comum nos depararmos com assuntos pessoais postados em redes sociais de empresas o que, neste caso, é muito ruim para a imagem tanto da marca (franqueadora) como a da franquia. Os franqueados devem ter a consciência de que cada post publicado nas redes sociais de sua unidade contribui para a formação da imagem de seu negócio e da marca como um todo. Por isso, nada de postar fotos da família em férias, da “chopada” da faculdade ou de opiniões políticas, religiosas, ou potencialmente polêmicas, que em nada contribuem para a marca.

 5 – Comunicar riscos legais

Poucos franqueados sabem, mas a postagem de rostos ou nomes de clientes em redes sociais, sem prévia autorização por escrito, pode resultar em processos judiciais. Uma postagem que fere os princípios e valores da marca também pode gerar uma notificação ou multa por parte da franqueadora. Promoções que se sobrepõem àquelas veiculadas pela marca a nível nacional também são pontos de conflito em potencial com os consumidores. Esses exemplos mostram a necessidade de se estabelecer limites éticos e legais, os casos de abuso e passíveis de punição. Quanto mais transparência, melhor.

O posicionamento de uma marca, que é construído e mantido basicamente no desenvolvimento e comunicação de atributos de valor relevantes para seus consumidores, necessita de discurso único, cada vez mais integrado. Isso é fator essencial para que sua personalidade e diferenciais sejam claramente percebidos em um ambiente mercadológico caracterizado por consumidores infiéis e onde produtos e serviços se tornam cada vez mais parecidos. Uma vez entendida essa premissa por parte de toda a rede de franquias e estabelecidas normas claras de presença na Web, a tendência é que todos – franqueadora e franqueados – se beneficiem do aumento da exposição local e nacional da marca através das redes sociais.

 Artigo de Sérgio Martins publicado no Blog Minas Marca.