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Como blindar o território de sua franquia

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Leia aqui na íntegra o mais recente artigo de Sérgio Martins publicado no portal MaisFranquia.com

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Um dos maiores desejos de um franqueado é blindar seu território em relação à ação dos concorrentes. E esse desejo pode ser alcançado. Basta, para isso, que o franqueado tome basicamente três atitudes comportamentais:

1) Envolva-se – com a comunidade e com seus colaboradores.

Pense nisso: o território onde se encontra seu negócio é composto por uma comunidade de pessoas. E são pessoas que se relacionam, não empresas. Parece óbvio, mas nem sempre enxergamos o óbvio. Quando um franqueado investe tempo em circular por seu território, buscando interagir com comerciantes, prestadores de serviços e empresas da comunidade, a chance que ele tem de fazer sua franquia se tornar uma referência na região cresce substancialmente. E é muito fácil fazer isso! É só passar a buscar serviços e produtos que você adquire no seu dia-a-dia de fornecedores de seu território. Salão de beleza, farmácia, açougue, feira, cursos livres, etc, são normalmente locais onde a prosa pode correr solta. E, por isso, são ótimas oportunidades de se apresentar, falar de sua franquia, deixar um cartão, estabelecer contatos…  Lembre-se do ditado: atrás de um CNPJ tem sempre um CPF.

2) Planeje – ações com potencial de geração de resultados.

Depois que você, franqueado, torna seu negócio e a si próprio conhecidos em sua comunidade, é preciso tomar uma segunda atitude: planejar ações de marketing locais aproveitando essa boa relação construída com as empresas do território. Nesse ponto, a ajuda do time de marketing do seu franqueador será essencial. Na Carvalho Martins, desenvolvemos para as franqueadoras que atendemos várias ações de marketing promocional, de guerrilha e para captação de leads, on e offline, e que podem ser executadas durante todo o ano, independentemente de eventuais sazonalidades de produtos ou serviços. Aliás, é importante que as ações sejam sim realizadas durante todo o ano. Algumas darão mais resultados imediatos, outras não. Mas a presença constante da marca de sua franquia no território, ora em ações de parceria com o salão de beleza, ora no mercadinho, ora no pet shop (etc.), aumentará a consolidação de seu negócio como referência na mente dos consumidores de seu território.

Não deixe de buscar também anunciar em veículos locais de baixo custo, mas que podem comunicar diretamente com a comunidade local. Informe-se sobre o jornal do bairro, as oportunidades de mídia exterior, o site da cidade, ou a rádio comunitária. E não se esqueça de estar bonito na busca do Google, começando com um perfil bem construído de sua franquia no Google Meu Negócio! Sua franqueadora certamente poderá te ajudar nisso.

3) Execute – e não deixe de medir os resultados.

Quando o franqueado gasta mais tempo para planejar suas ações de marketing territoriais, certamente gastará menos tempo para executá-las e os resultados tenderão a ser mais assertivos.  Depois de cumprir os dois primeiros passos, é importante que o franqueado tenha em mãos uma planilha, que você desenvolverá a partir das informações colhidas junto aos potenciais parceiros e veículos de comunicação locais. Nessa planilha, insira as ações a serem desenvolvidas por data. Procure desenvolver ações sobrepostas. Por exemplo: veicular um anúncio no jornal da região no mesmo mês em que será desenvolvida uma parceria com duas academias de ginástica da comunidade. Ou veicular um outdoor na mesma semana que sua franquia desenvolve uma ação de degustação de produtos em uma praça do bairro.

Quanto à medição de resultados, vai uma dica importante: o franqueado que trabalha bem seu território, sempre desenvolvendo ações de marketing com parcerias e mídias locais, certamente está criando barreiras de entrada aos concorrentes. Ou seja: estará blindando seu território. Além dessas ações, muitas franqueadoras também veiculam campanhas nacionais, via fundo de marketing, o que aumenta ainda mais o grau de lembrança da marca em cada território de atuação. E seu consumidor, submetido a este conjunto de ações de comunicação, nem sempre se lembrará exatamente onde viu ou ouviu falar de sua marca. Então, não faça com que seu cliente perca tempo perguntando onde ele viu ou ouviu falar de seu negócio. Porque nem ele mesmo tem a resposta racional a essa pergunta! Na jornada até chegar ao seu estabelecimento, seu novo cliente pode ter sido alvo de vários inputs de comunicação de sua franquia: viu um folheto no salão de beleza, depois passou por um outdoor da marca, degustou um produto na praça… E para se livrar da pergunta “onde você ouviu falar de nós?”, ele responderá qualquer uma dessas opções – dificilmente todas elas.

O resultado que interessa é se o fluxo de clientes aumentou em sua franquia depois que você mudou suas atitudes comportamentais e passou a se relacionar, planejar e executar ações de marketing constantes junto à comunidade. Certamente, nesse ponto, sua marca já estará blindando o território. E ai dos concorrentes que não perceberam seu movimento!

 Sérgio Coelho Martins

Sócio-diretor da Carvalho Martins Comunicação e da Track Techno Software


Casa X: mais um cliente Carvalho Martins.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

capa-casaxA Casa X, rede de franquias de buffet infantil da Xuxa em parceria com o Grupo SMZTO, é o novo cliente da Carvalho Martins Comunicação. Desde setembro, a equipe da Carvalho Martins iniciou os trabalhos com o novo cliente focada em um planejamento e uma metodologia de trabalho que tem por objetivo oferecer aos franqueados todo o suporte necessário para o atendimento às suas necessidades de comunicação local, tendo como base um calendário de ações pré-estabelecido com a franqueadora e uma nova proposta de brand design. A plataforma Template Track se integrou ao projeto proposto pela Carvalho Martins como ferramenta essencial no desenvolvimento e entrega de campanhas e ações de marketing à rede, de forma organizada, automatizada e auditável.


Open Franchise Summit: um evento exponencial, para organizações que querem se tornar exponenciais.

terça-feira, 29 de maio de 2018

post_01Por Sérgio Coelho Martins

Na semana passada, participei do primeiro Open Franchise Summit em São Paulo, realizado por Pedro Mello e Mauro Peres, sócios da Next. O evento aconteceu no InovaBra, espaço de conhecimento e coworking do Bradesco. Foi um evento de grande impacto profissional pra mim. Já fui a vários encontros sobre franchising em minha carreira, mas este foi o primeiro sobre gestão de redes de franquias em que presenciei franqueadores e franqueados misturados na plateia, participando de forma integrada e harmônica das atividades e discussões de temas, insights e painéis.

O movimento Open Franchise surgiu a partir de novas práticas desenvolvidas por franqueadores inovadores, inspirado em modelos colaborativos de gestão, com forte influência dos conceitos adotados por organizações exponenciais, muito delas do Vale do Silício.

Como diz a cartilha do movimento, “no Open Franchise, mais decisões e tarefas podem e devem ser assumidas pelos franqueados, que muitas vezes tem uma noção melhor de ‘onde o calo aperta’. Seguindo essa mesma lógica, no modelo Open Franchise todas as atividades da rede são reavaliadas por sua capacidade de gerar valor, como também quem tem os comportamentos e conhecimentos mais adequados para realizá-las.”

A intenção é substituir hierarquia e burocracia por comunicação e agilidade, visando aumento de performance e de melhores resultados no sistema, minimizando o nível de estresse com aumento de satisfação na rede.

E não é que isso acontece na prática? O evento discutiu não só os preceitos básicos do Open Franchise – como os 5 Pilares -, mas também trouxe cases reais e de sucesso inegável de redes de franquias que conseguiram reverter situações de grande tensão e baixa performance em cenários positivos e colaborativos.

Daniel Guedes, da SMZTO, mostrou as vantagens da mudança de postura do Grupo, que decidiu buscar o envolvimento dos franqueados de algumas de suas redes, como a Yakissoba Factory e a Casa X, em decisões e tarefas que afetam a sustentabilidade de seus negócios e de toda a rede. Guedes afirmou que “não é preciso perder para que o outro ganhe.” Através de reuniões de grupos de transformação, utilizando a técnica Master Mind, várias soluções inovadoras surgiram nessas redes. E quem atestou a qualidade e o impacto positivo dessas mudanças foram os próprios franqueados, já que alguns deles estavam presentes ao evento.

Kiko Hwang, fundador da Yakissoba Factory, afirmou que decidiu investir na sinceridade e transparência para salvar sua rede que, pelo que ele informou, parecia estar à beira de um colapso. Abriu diálogo direto com os franqueados, detectou os líderes e pessoas-chave, começou a trabalhar com eles e criou um Grupo de Transformação, onde os problemas e soluções eram discutidos de forma transparente. Teve algumas reuniões presenciais com esses franqueados e continuou com encontros via Skype. Segundo Kiko, os problemas de comunicação, de baixo faturamento da rede e de falta de confiança no franqueador e no negócio foram superados. Kiko atesta que a maioria das coisas no Open Franchise depende mais de boa vontade do que de dinheiro. Para o empresário, muitas vezes o franchising oferece um enxoval de coisas inúteis. E aconselha: “temos que tirar o que não é relevante para o business!” E os franqueados presentes aplaudiram seu franqueador.

O evento proporcionou discussões temáticas em grupos, e nos trouxe grandes momentos de reflexão, de como caminhar do pensamento individual em direção ao coletivo.

post_02Fábio Oliveira, da Flytour, nos trouxe outra rica experiência de uma rede que segue vencendo os desafios da prestação de serviços e da tecnologia, em um mercado altamente competitivo. O gestor, que assumiu a empresa de seu pai com a responsabilidade de expandir seu legado, afirmou que hoje ele não quer ser o “dono” de seus franqueados, e sim um facilitador. Alinhado com os preceitos do Open Franchise, Fábio diz que, hoje, uma de suas principais funções é criar ambientes de troca saudáveis.

Quem também passou pelo evento para dar uma palestra rápida e que particularmente me chacoalhou bastante foi Romeo Buzarello, o homem de marketing por trás da Tecnisa. Sem dúvida, Romeo é o cara que tem um Zetgeist como nunca vi. Veja algumas de suas provocações:

Hoje, mentalidade vale mais do que idade. • Quem não for “fodástico” será derrubado pelo algoritmo. • A principal tecnologia de agora é a tecnologia de gestão. • Mais importante que ter armas digitais, é incorporar a alma digital.

Buzarello detalhou algumas de suas estratégias e, de forma extremamente aberta, mostrou alguns dos softwares e técnicas que usa na gestão da comunicação de marketing da Tecnisa. Aliás, como diz ele, é mais “matemarketing” do que marketing.

Marcelo Amorim, que se auto-nomeia um empreendedor serial, também trouxe algumas contribuições ao evento. O que mais me chamou a atenção em seu speech foi sua visão de ponto de ruptura. Para ele, uma mudança exponencial demanda um ponto de ruptura radical, pra sair da inércia. Após essa ruptura, a organização deve partir para a fase incremental.

Muito mais foi dito e provocado. Eu fiquei particularmente feliz em ver que existe um movimento que conseguiu explicar e sistematizar uma prática que, em minha vivência junto a diversas redes de franquias, vejo como única solução viável para expandir negócios sustentáveis em um mundo que vive na “versão beta”. E o melhor, resgatando a felicidade em todos os envolvidos. A Carvalho Martins Comunicação e a Track Techno Software já são parte do movimento Open!


Outsource de marketing para redes de negócios

sexta-feira, 09 de junho de 2017

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Sabemos que crises também representam oportunidades. Especialmente para aquelas empresas que se tornam agressivas em sua comunicação e marketing. Entretanto, manter uma equipe completa, com gestores e analistas de marketing, e ainda contratar agência de publicidade, gestão de marketing online, design – dentre outros, representa um custo e um passivo trabalhista com o qual as empresas muitas vezes não têm condições de arcar.

UMA NOVA FÓRMULA

Novos arranjos para atender esse tipo de demanda estão surgindo, e uma solução que tem se mostrado eficaz é a contratação de um parceiro externo para o planejamento e gestão de marketing. É possível encontrar muitas fornecedores em marketing digital, agências de publicidade, assessorias de marketing, etc. Mas são poucas as empresas que reúnem esse pacote de serviços num único contrato, visando oferecer a melhor relação custo X benefício aos seus clientes.

Ao contar com uma única empresa (e portanto uma única margem de lucro) com visão integral da comunicação e marketing pelo custo comparável ao de um ou dois colaboradores, o empresário certamente terá um serviço ampliado e reduzirá seus custos. Um contrato assim deve incluir o estratégico e operacional da gestão de marketing, serviços de agência publicitária, design, planejamento e execução de mídia on e offline, produção e gestão de conteúdo online (redes sociais inclusive).

Empresários que contam com uma estrutura um pouco maior, como redes de negócios com mais de um ponto de venda, ou atuando tanto na produção como na venda, frequentemente ficam envolvidos com diversas outras questões da administração em si, gestão de pessoas, RH, em alguns casos com logística de distribuição, produção, treinamento entre tantas outras. Contar com uma equipe do tipo outsource de marketing  pode oferecer ao empresário um fôlego para todas as suas outras tarefas, com a tranquilidade de saber que receberá um serviço de qualidade, de um time de especialistas.

Segundo Sérgio Martins, diretor da Carvalho Martins Comunicação – que oferece este serviço a diversas redes dede 2004 – é possível trabalhar tanto terceirizando todo o trabalho, quanto apenas parte dele, integrando a equipe da empresa contratada com um staff interno reduzido do cliente. A Carvalho Martins tem em seu portfolio clientes de diversos setores como as redes Number One Idiomas (Wiser Educação), Casa X (SMZTO), Rede Vistorias, Pomodori Pizzaria, Be Belle Cosméticos – dentre outros.

Veja mais sobre o outsource de marketing oferecido pela Carvalho Martins para redes de negócios em nossa landing page: www.carvalhomartins.com.br/franchising


Lições e insights da IFA 2015

sábado, 14 de março de 2015

Pos IFA MG

Pos IFA MG

Estivemos no dia 12/03 no evento Pós-IFA realizado pelo Sebrae- MG em parceria com a Bittencourt Consultoria. A IFA é a Federação Internacional do Franchising e realizou em Las Vegas, em fevereiro, sua 55ª Convenção. Participaram mais de 4 mil franqueadores de 42 países, trocando experiências, tendências e desafios do mercado e muito mais, que você vai poder constatar no decorrer deste texto.

Lyana Bittencourt, sócia da consultoria, trouxe algumas lições para os empresários mineiros. Antes de entrar no temas propriamente levantados durante a Convenção da IFA, falou de alguns temas que merecem atenção e reflexão de todos os empresários. Basicamente é a mudança do perfil do consumidor. É fato que a população brasileira está envelhecendo. Logo teremos uma maior proporção de idosos na população. Outro ingrediente é a geração Millenium, com idade entre 15 e 35 anos. “São pessoas que vivem um luxo funcional, nascem acoplados ao tablet, têm altíssima afinidade com tecnologia, são multitarefas”, disse ela. Por fim, lembrou também da mudança das mulheres. “Estão mais inseridas no mercado. Há uma redução da taxa de natalidade. Temos vários comitês femininos surgindo”, pontuou. A grande questão que levantou foi se as empresas estão preparadas ou se preparando para atender esses perfis de clientes.

Ela também ressaltou o papel da tecnologia. “Está ligada a tudo. Inserida no nosso dia a dia. Já tem tecnologia que identifica o humor pela voz”, revelou. Sabemos também que já existem equipamentos que identificam as redes sociais dos clientes quando entram na loja, busca identificar seus gostos e sugerir compras ligadas a este perfil. A tecnologia, lembrou, permitiu a criação da maior rede hoteleira do mundo, através do site AirBnB, sem sequer um hotel. Por todas as mudanças que estamos testemunhando, Mike Duke, que foi presidente do Walmart decretou: precisamos pensar não em como as pessoas consomem agora, mas sim em como vão consumir em 2020.

Entrando de fato nos aprendizados da Convenção, foram seis temas mais fortemente repercutidos: cultura ou propósito da empresa; relacionamento; mentoring; embaixadores da marca; marketing digital e internacionalização. Vamos a eles:

CULTURA EMPRESARIAL

Foi o tema mais relevante. Vários franqueadores disseram ser fundamental entender o propósito ou a cultura da empresa. Na Havaianas, por exemplo, criou-se um envolvimento da equipe em torno de se tornarem referência mundial. Para isso possuem a equipe VDM (Vamos Dominar o Mundo). Com atitudes assim, é possível engajar os funcionários num grande propósito. Tem um simbolismo por trás. E, ao fazer isso, será possível perceber quem são aqueles funcionários que não se envolvem, não comungam dos mesmos valores e propósitos da companhia.

Se cultura necessariamente passa pelo time interno. Numa franquia, obviamente, tem relação com a seleção dos franqueados. “Foi algo muito perceptível na IFA. É a preocupação número um dos franqueadores americanos por exemplo”, disse Lyana, que visitou a feira pela 7ª vez. Uma boa dica é que o empresário busque identificar quem são as pessoas admiradas pelos demais funcionários dentro da empresa. E as características que essas pessoas têm. A partir daí, tentar replicar isso nos demais e até usar isso na seleção de candidatos.

Essa é uma tarefa importante para franqueadores e empresários em geral. Identificar a cultura da empresa, traduzir isso. Além de identificar os mais entusiasmados, é preciso buscar entender o sentimento de todos em relação à empresa. Crie discussões em torno dessa proposta de valor; sobre como a tecnologia pode afetá-la, melhorá-la, dinamizá-la e compartilhe com seus colaboradores.

Como exemplo de empresa com proposta bem definidas podemos citar a Zappos, o e-commerce de sapatos que é um fenômeno mundial, com mais de 1.600 empregados. A filosofia é de total desprendimento. Funcionários não batem ponto; tem liberdade para chegarem a hora que quiserem desde que entreguem seus trabalhos; podem decorar suas mesas como quiserem; podem trocar de mesas; o RH foi rebatizado de relacionamento com empregados; na entrada tem camisetas com dizeres parabenizando conquistas de equipes internas; salas de descompressão (redes com grama e alimentação gratuita). Não bastasse o já mencionado, oferecem treinamento de um mês em que, caso o novato não se identifique, pode pedir para sair e recebe o salário do mês; os anos de colaboração na empresa são reconhecidos; não possuem hierarquia e sim coaches e líderes (incentivadores); não tem script de atendimento ao cliente pois defendem que o que faz diferença é o relacionamento do funcionário com o cliente, de forma a resolver e satisfazer.  Acreditam que é preciso entregar uma boa experiência, que só é alcançada com personalização e conexões emocionais. A empresa, hoje, recebe empresários do mundo inteiro para ver como este modelo funciona.

Outro case de sucesso é a rede de supermercados Whole Foods. Lançada em 1980, já em 1981 sofreu um enorme revés. Uma enchente na cidade de Austin arrasou sua loja e seu estoque. Um prejuízo de 400 mil dólares. Sem ter como reverter esse cenário, os sócios estavam por desistir quando receberam apoio da comunidade. Pessoas trabalharam voluntariamente na reconstrução e deram, adiantado, dinheiro para que os donos repusessem os estoques. A partir deste dia o CEO John Mackey e os sócios Renee Lawson Hardy, Craig Weller e Mark Skiles entenderam que aquele negócio não era mais deles e sim de todos. Que o negócio só faria sentido, se fizesse bem à comunidade. Desde então passaram a fazer, por exemplo, feira de produtores dentro de suas unidades onde não ganhavam nenhum centavo. Estabeleceram 30 substâncias nocivas para a saúde e assim, todos os produtos que fazem uso de alguma delas, não encontram espaço em suas gôndolas. Por exemplo, a Coca-Cola. Mesmo sem vender produtos tão tradicionais, a rede foi a que mais cresceu nos Estados Unidos. Tem mais de 100 lojas e já desembarcou na Europa. É esse tipo de propósito, saber bem para que veio, como e quem quer atender, que as empresas precisam estabelecer.

RELACIONAMENTO

É preciso investir nele. Não só com clientes, mas como todos os stakeholders. “Líder bom hoje, é o líder solucionador. Ao se pensar na relação da marca com os franqueados, é preciso entender que é fundamental ter transparência. Quando houver problemas, devemos solucioná-los e não buscar atalhos ou varrer a sujeira pra debaixo do tapete. E o franqueador que for um líder solucionador, pode conduzir esse processo, estimulando as soluções, estando atento e apto a responder a tudo”, afirma Lyana Bittencourt.

Os pensamentos atrasados de que: sempre fiz assim e não tenho porque mudar; meu jeito de vender funciona, não vou mudar; ou considerar a tecnologia um negócio complicado e que, portanto, não vou adotá-la, são pensamentos comuns a empresário atrasados.

MENTORING

O Mentoring no franchising foi altamente recomendado pelos gestores que já o utilizam. Alguns, inclusive, remuneram fraqueados para isso. É um apoio e incentivo aos integrantes da rede com melhor desempenho. Para disseminares seus conhecimentos através do compartilhamento das melhores práticas. No Brasil, entretanto, se discute se isso não seria terceirização do objeto fim do contrato de franquias.

Dentro desse perfil, de estimular, é importante que o franqueador mantenha algum contato de proximidade com seus franqueados. “Ligue sem aviso prévio. Tenha uma relação não tão próxima para ser amigo, mas nem tão distante para ser inatingível. Se possível, faça visitas nas lojas, vivencie a atmosfera da loja como um consultor de campo”, sugere ela.

EMBAIXADORES DA MARCA

O quarto ponto de destaque são os embaixadores da marca. Identifique e use os franqueados e clientes apaixonados. Crie grupos de referências dentro da rede que ajudem a melhorar a performance. Reconheça seus bons franqueados publicamente. Parabenize-os nas convenções, crie rankings de desempenho que são atualizados mensalmente; peça para que contem como chegaram a esse resultado. Essa energia passa para os demais, que visualizam onde podem chegar.

Desenvolva programas de incentivo e mantenha as regras. Não as mude no meio do jogo. Deixe que saibam exatamente o que precisam fazer. Use critérios claros. Estimule essa competição saudável. E seja transparente. Abra seus dados. Construa confiança e respeito mútuo. Se possível, faça um relatório de gestão.

MARKETING DIGITAL

Existem empresas open minded, que estão à frente de seu tempo, testando novas fórmulas. E existem os tradicionais. Franqueadores devem definir quais redes sociais o franqueado usa e quais ela quer que seja institucional.

Em algumas empresas, cada franqueado tem uma página local de Facebook. Mas para isso, as empresas estão monitorando como está sua reputação online nessas regiões. Às vezes produzindo conteúdo para que repliquem e aprovando conteúdos locais. Um caminho pode ser criar um manual de conduta em determinada rede social. Afinal, como ser social localmente sem redes sociais?

A UTS, empresa americana de logística similar aos Correios, usa um sistema único que controla todas as páginas da marca. No entanto esse sistema permite que os gestores incluam informações locais. Já aquelas institucionais vão para todas. Assim, buscam ser globais mas com presença local. A possibilidade de ser local no online, permite também um trabalho de engajamento emocional. Depoimento de consumidores, funcionários e franqueados da região, fortalecem a marca na comunidade.

Para melhorar o desempenho online, algumas marcas promovem treinamentos descontraídos do uso destas redes sociais, para melhorar o desempenho de seus franqueados. E também recorrem aos embaixadores da marca no ambiente online. Trazem para perto perfis que amam a marca.

As ferramentas de marketing também podem auxiliar na construção da jornada de relacionamento do consumidor. Se o cliente vai a uma loja física e fica satisfeito. Mas depois aciona o SAC e tem uma queda nessa percepção, criará uma impressão da marca na média dessa vivências. Isso, no passo a passo, é a jornada de relacionamento.

EXPANSÃO INTERNACIONAL

Para o Brasil as notícias não são boas. O país que antes era tido como a bola da vez, agora é tido como destino com baixo potencial de expansão. Para as marcas nacionais que desejam romper as fronteiras é preciso pensar não só nas motivações, como nova fonte de receita, entrar em novos mercados e aumentar o valor da marca, como também nos desafios. Saber definir bem o país de destino, escolher com bastante critério o master franqueado (que precisa estar alinhado com os valores e cultura da marca) e ter em mente um projeto de médio a longo prazo. Em geral, os brasileiros acreditam em sucesso e lucros imediatos. E não é assim que funciona. É preciso trabalhar posicionamento da marca, definição de mercado, métodos de atuação, escolha correta de pontos, estudar a legislação local. São muitas as tarefas para dar esse passo.

Texto de Humberto Siqueira, parceiro colaborador da Carvalho Martins


Carvalho Martins cria ação de branded content com Jovem Pan BH

quinta-feira, 29 de maio de 2014

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Com o objetivo de comunicar o conceito do aprendizado do inglês sem tradução e com emoção, a Carvalho Martins criou para o grupo de escolas Number One da Grande Belo Horizonte uma ação bem-humorada em parceria com a rádio Jovem Pan. A emissora chamou alguns de seus ouvintes para cantar parte de cada uma das músicas “Top 10” internacionais (em inglês) da emissora, só que em português. “Percebemos que a tradução literal de uma música em inglês a torna meio ‘tosca’, engraçada mesmo. Essa foi nossa ideia: mostrar aos ouvintes que aprender inglês através de tradução também é uma técnica que não funciona”, afirma Thiago Pagani, gestor de atendimento do Number One e criador da ideia. A Jovem Pan produziu os spots com os ouvintes cantando as músicas americanas em português, seguido da mensagem da marca Number One. E, ao final de algumas das inserções, o ouvinte é convidado a ouvir a música original inteira, que faz parte da programação da emissora. Christian Martins, diretora de planejamento de mídia da Carvalho Martins, diz que essa é mais uma ação que traduz uma das crenças da empresa: “o envolvimento do público vai além da simples inserção de 30 segundos. Nosso objetivo é sempre criar uma experiência com as marcas de nossos clientes que seja mais relevante, e o apoio e parceria dos veículos, como a Jovem Pan, é essencial para a realização de ações como essa.” Ouça abaixo um dos spots com o carimbo da Jovem Pan.


Novidade: serviço de gestão de redes sociais e Web

quinta-feira, 03 de abril de 2014

Redes sociais e Web

Agregamos mais um serviço ao mix ofertado pela Carvalho Martins: gestão de redes sociais e Web. Agora, além de planejar e orientar clientes e parceiros, passamos a executar esse trabalho de crescente importância no cenário da comunicação das marcas, de forma integrada com nossos clientes. Para nos ajudar nessa tarefa, contratamos Ana Paula Amaral, jornalista, pós-graduada em Marketing (PUC-MG), com ampla experiência em mídias sociais e marketing digital. E o Number One acaba de se tornar nosso primeiro cliente a acreditar em nossa proposta e nos contratar para mais essa modalidade de serviço.


Carvalho Martins cria campanha solidária em parceria com veículos

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

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A Carvalho Martins abraçou a causa da Fundação Artes e Ofícios (FAO) e criou, de forma solidária e filantrópica, uma campanha de mídia impressa e eletrônica com o objetivo de conquistar mais alunos para essa instituição. O diferencial da FAO é que essa instituição capacita pessoas com distúrbios mentais leves a se tornarem produtivas. As emissoras de rádio do Grupo Bel (98FM e 102,9FM) e a Sempre Editora (jornais O Tempo, Super Notícias e Pampulha) já abraçaram a causa e veiculam a campanha, também de forma solidária, até o final de março de 2014. Outras ações em redes sociais e marketing direto já estão programadas dentro do plano traçado por nossa equipe. Scalla Gráfica e a fotógrafa Isabel Vianna também se juntaram a nós nessa ação. Clique aqui e conheça mais sobre a FAO.


Beth Coutinho Intercâmbio é novo cliente da Carvalho Martins

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

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A empresária mineira Beth Coutinho, que havia sido cliente da Carvalho Martins quando sócia da Central do Estudante, volta a trabalhar conosco. O desafio é planejar e gerenciar um plano de comunicação integrada de marketing para melhorar ainda mais os resultados de sua empresa Beth Coutinho Intercâmbio, especializada em educação internacional e viagens. Welcome back, Beth!


Clip sobre o Number One Festival: ativação de marca e brand experience

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A rede Number One de escolas de inglês se posiciona no mercado nacional como marca de ponta e de espírito jovem. O Number One Festival foi um projeto de comunicação integrada concebido pela Carvalho Martins em parceria com a Rádio 98FM para o grupo de escolas da Grande Belo Horizonte, com o objetivo de promover uma experiência com a marca através da música, tendo como base a plataforma da campanha de 2013, baseada na história do personagem “Incomparável Rei do Rock”. Mídia Web, hot site exclusivo, redes sociais, mobilização de alunos das 30 escolas da Grande BH, flashes ao vivo na emissora líder de audiência jovem na cidade, e um grande show na final: um projeto de ativação de marca, publicidade e eventos junto ao principal público de interesse da marca que mobilizou dezenas de grupos de rock amadores e milhares de fãs na cidade, traduzindo o espírito “I’m Free” da marca Number One.